Tecnologia e economia

Conversas sobre tecnologia e economia para o momento do café

Meu nome é Davi Carvalho. Eu sou engenheiro de software e resido em Campinas, SP. Neste espaço eu compartilho textos sobre tecnologia, economia, startups e outros assuntos para o momento do café.

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Patentes, números e ranking (2013, 2014)

Patent applications (2013)

(fonte: WIPO, http://www.wipo.int/edocs/pubdocs/en/wipo_pub_943_2014.pdf)

A World Intellectual Property Organization (WIPO) publicou (Março de 2015) o seu "IP Facts and Figures 2014": http://www.wipo.int/edocs/pubdocs/en/wipo_pub_943_2014.pdf.

Os dados foram compilados em 2014 e trazem um resumo de vários indicadores do ano de 2013, principalmente aqueles relacionados aos pedidos de patentes. Dos mais de 9.45 milhões de pedidos de patentes em 2013, mais de 26,4% vieram da China e EUA apresentou um pouco mais de 571.000 ou 5,3% do total. O Brasil está nos "Top 10" com 30.884 (1.5%). 

Um segundo relatório, de Junho de 2015, o "Patent Cooperation Treaty Yearly Review - 2015" (http://www.wipo.int/edocs/pubdocs/en/wipo_pub_901_2015.pdf) traz outros indicadores interessantes como, por exemplo, as empresas que, de 1995 a 2014, submeteram mais de 500 pedidos de patentes por ano. 

A #1 no ranking é a holandesa Philips que, neste período, submeteu mais de 500 patentes por 19 anos. As demais são: Panasonic (Japão), Siemens (Alemanha), Robert Bosch (Alemanha), Huawei (China). 

Por fim, mas não menos importante, a página 30 do relatório traz o ranking das "Top 5" por região. Na América Latina/Caribe (LAC), uma boa notícia: temos 3 empresas brasileiras (Petrobras, UFMG, Embraco)... ...olhe com um pouco mais de cuidado nos números e perceba que o total de patentes das companhias nacionais representa 15,87% das patentes de duas empresas  que tem subsidiárias na ilha de Barbados: Boston Scientific (tecnologia para área de saúde) e Marvell (semicondutores).

Patentes na América Latina e Caribe (1995 a 2014)